domingo, 26 de novembro de 2017

Olá meninas, tudo  bem?
Bom,  decidi criar esse blog para divulgar o resultado e passar as informações apuradas, de um trabalho que fiz esse ano na escola.
Primeiro procurei saber mais sobre o tema e depois ver o que os alunos achavam, então fiz uma enquete com alunos dos 1º e 2º anos da escola Linneu Prestes ( em Santo Amaro- SP)
Cada vez mais se vê meninas jovens gravidas e abandonando a escola para cuidar deles, muitas das vezes não é uma gravidez esperada e por isso as meninas não sabem o que fazer e ficam até mesmo desesperadas.
Apurei algumas coisas e publicarei a minha opinião e conclusão sobre o tema abordado, ESPERO QUE GOSTEM

Breve relato sobre a escolha do tema




Escolhi essa tema por duas razões ​

  • A primeira pelo fato de ter curiosidade sobre o assunto
  • E a segunda pelo fato de ver muitas meninas jovens, ficarem gravidas muito cedo e acabarem saindo da escola para cuidar de seus filhos.

Enquete realizado com os 1º anos




















Enquete dos 2º anos


  
Analise dos Resultados da Enquete




Entrevistamos alunos dos 1º e 2º anos​

Na análise dos dois percebe- se que a maioria conhece sim jovens que engravidaram na faixa etária de 12 e 18 anos, mas não sabem o que aconteceu com ela depois que teve a criança, percebe-se também que a maioria dos alunos entrevistados tem mais liberdade de falar assuntos relacionados ao sexo com amigos, o que pode ser um pouco ariscado pelo fato de muitas pessoas não passarem informações corretas sobre o assunto.  Há um equilíbrio em relação à divulgação sobre DST´S, pois alunos dizem que veem na escola e na televisão.​

Outra noticia sobre o tema

Gravidez na adolescência tem queda de 17% no Brasil



A gravidez na adolescência registrou queda de 17% no Brasil, segundo dados preliminares do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc) divulgados hoje (10) pelo Ministério da Saúde. Em números absolutos, a redução foi de 661.290 nascidos vivos de mães entre 10 e 19 anos em 2004 para 546.529 em 2015.
Segundo o ministério, a queda no número de adolescentes grávidas está relacionada a vários fatores como expansão do programa Saúde da Família, que aproxima os adolescentes dos profissionais de saúde, mais acesso a métodos contraceptivos e ao programa Saúde na Escola que oferece informação de educação em saúde.
As crianças nascidas de mães adolescentes representaram 18% dos 3 milhões de nascidos vivos no país em 2015. A região com mais filhos de mães adolescentes é a Nordeste (180.072 – 32%), seguida da Região Sudeste (179.213 – 32%). A Região Norte vem em terceiro lugar com 81.427 (14%) nascidos vivos de mães entre 10 e 19 anos, seguida  da Região Sul (62.475 – 11%) e da Centro-Oeste (43.342 – 8%).
O ministério explicou, em nota, que hoje 66% dos casos de gravidez em adolescentes são indesejados e que, para reduzir esses casos, investe em políticas de educação em saúde e em ações para o planejamento reprodutivo. Uma das iniciativas é a distribuição da Caderneta de Saúde de Adolescentes (CSA), em versões masculina e feminina e linguagem acessível, com orientações sobre o atendimento integral dos jovens.
Para prevenção da gravidez, o governo distribui ainda a pílula combinada, de anticoncepção de emergência, mini-pílula, anticoncepcional injetável mensal e trimestral, e diafragma, assim como preservativo feminino e masculino.

Noticia sobre a gravidez na adolescência

No Brasil, 75% das adolescentes que têm filhos estão fora da escola

Brasil tinha 309 mil meninas de 15 a 17 anos nessa situação em 2013.
Mais de 257 mil delas não estudam nem trabalham, segundo levantamento.



A realidade  é de mais de 309 mil mães adolescentes que estão fora da escola, segundo levantamento do Movimento Todos pela Educação, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, ao qual o G1 obteve acesso.
A Pnad mostrou que o Brasil tinha 5,2 milhões de meninas de 15 a 17 anos. Dessas, 414.105 tinham pelo menos um filho. Neste grupo, apenas 104.731 estudam. As outras 309.374 estão fora da escola. Um pequeno grupo só trabalha (52.062).
A maioria dessas jovens (257.312 adolescentes) não estudam nem trabalham. 
Mães adolescentes e a educação
Veja a situação escolar e laboral das jovens com entre 15 e 17 anos e pelo menos um filho em 2012 e 2013
367.075414.105275.517309.37491.558104.731totalsem estudarna escola20122012,52013100k200k300k400k0k500k

Maioria das mães adolescentes não estudam nem trabalham
Nº de jovens de 15 a 17 anos foram da escola e do mercado aumentou 17% entre 2012 e 2013
104.73191.55852.06256.109257.312

219.408
com filho e estudandocom filho e apenas trabalhandocom filho e sem escola ou trabalho

Olá meninas, tudo  bem? Bom,  decidi criar esse blog para divulgar o resultado e passar as informações apuradas, de um trabalho que fiz ess...